É inegável que a família Bolsonaro reconstruiu a direita brasileira, a partir da eleição de Jair Messias Bolsonaro, nasceu uma direita mais radical e a polarização do país passou a ser inevitável. Bolsonaro virou mito, passou arrastar multidões e soube ocupar o lugar que a família brasileira se sentia rejeitada, os valores judaicos cristãos.
O tempo passou, a direita não soube usar a máquina para permanecer no poder, bateu de frente com o sistema e acabou sendo engolido pelo próprio sistema. Bolsonaro e parte de sua turma foram condenados, Eduardo buscou proteção do atual dos Estados Unidos Presidente Tramp, veio o tarifaço e com ele o mal estar com a população, Lula aproveitou o erro de estratégia e usou o discurso da soberania nacional para avançar no cenário brasileiro e deu certo! Assim subiu nas pesquisas e assustou a direita que se sentir acuada.
Mas, no dia 28 de outubro tudo mudou, Cláudio Castro com a operação Contenção enfrentou o Comando Vermelho e ganhou notoriedade em todo país, o governador apagado, explodiu no cenário nacional, mostrando um carisma que poucos conheciam.
Governadores de direita se uniram a Cláudio Castro, as declarações desastrosas de Lula ajudaram na reviravolta no cenário político brasileiro, nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Ratinho Júnior, Tarcísio de Freitas e Cláudio Castro fez crescer uma muralha poderosa que bambeou a esquerda.
Na hora da direita se organizar e avançar juntos, na pauta da segurança, Eduardo Bolsonaro resolve fazer pirraça nos EUA e crítica de forma infantil Tarcísio de Freitas, governador do Estado de São Paulo. Ou seja, a guerra pelo poder da família Bolsonaro pode entregar o Planalto de mãos beijadas para a esquerda governar por mais 4 anos.
Reportagem: Marcelo Rodrigues


