Nos últimos dias, moradores e visitantes do distrito de Ponta Negra, em Maricá (RJ), relataram uma série de episódios de tumulto no bairro litorâneo durante o fim de semana, com relatos de arrastões, assaltos e cenas de desordem que assustaram quem estava na região. Vídeos e relatos que circularam nas redes sociais mostraram confusões generalizadas nas ruas e na orla, com grupos grandes de pessoas causando tumulto e, segundo moradores, ações de roubo e vandalismo que geraram preocupação na população.
Além disso, moradores têm relatado superlotação e brigas dentro dos ônibus municipais de tarifa zero, conhecidos como “vermelhinhos”, especialmente nos horários de saída da praia, quando passageiros chegam a andar sobre o teto dos coletivos devido à lotação extrema, agravando ainda mais a sensação de insegurança no bairro.
Diante dessas ocorrências, o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, em pronunciamento oficial à imprensa e em suas redes sociais, rejeitou veementemente os atos de violência e desordem que se espalharam pelo distrito no período recente. Quaquá afirmou que não tolera arrastões, assaltos e comportamentos que coloquem em risco a segurança de cidadãos, turistas e moradores da cidade e ressaltou que tais ações não representam o espírito de respeito e convivência que Maricá busca garantir para todos.
O prefeito destacou ainda que a administração municipal está intensificando esforços de cooperação com as forças de segurança pública, incluindo a Guarda Municipal e a Polícia Militar, para reforçar o policiamento preventivo e garantir mais segurança na região de Ponta Negra durante a temporada de verão, período de maior fluxo de pessoas no litoral. Quaquá reiterou que a prefeitura trabalha para evitar que situações de tumulto se repitam, com ações de fiscalização, apoio aos agentes em campo e diálogo permanente com as forças estaduais de segurança.
Em sua declaração, o prefeito concluiu dizendo que a ordem pública e a proteção da população são prioridades absolutas e que medidas concretas continuarão sendo adotadas para coibir a violência e assegurar que Maricá seja um lugar seguro para viver, visitar e trabalhar — inclusive com reforço do patrulhamento em áreas de maior movimentação e com ações educativas e de prevenção social junto à comunidade local.
Reportagem: Marcelo Rodrigues


