O novo arcebispo de Aparecida cresceu em uma comunidade dedicada a Nossa Senhora Aparecida.

Igreja

Décadas depois, voltou como pastor da Casa da Mãe.

Dom Mário Antônio da Silva assumiu oficialmente a Arquidiocese de Aparecida no dia 2 de maio de 2026. Mas a história dele começou bem longe do altar central do Santuário Nacional.

Nasceu em Itararé, no interior de São Paulo, em 1966. Cresceu na vida simples de paróquia, família e comunidade. Foi ali que a devoção mariana marcou sua vocação pela primeira vez.

Foi ordenado sacerdote aos 25 anos, depois de estudar Filosofia e Teologia no seminário da Diocese de Jacarezinho, no Paraná. Mais tarde, seguiu para Roma, onde fez mestrado em Teologia Moral.

Antes de chegar a Aparecida, passou por lugares muito diferentes do Brasil.

Em 2010, Bento XVI o nomeou bispo auxiliar de Manaus. Na Amazônia, conheceu de perto a realidade das comunidades ribeirinhas, as longas distâncias e os desafios sociais da região.

Depois, em 2016, foi enviado para Roraima. Seu nome ficou conhecido pelo trabalho de acolhimento aos refugiados venezuelanos durante a crise migratória na fronteira.

Também presidiu a Cáritas Brasileira desde 2020, coordenando ações sociais e humanitárias da Igreja em todo o país.

O lema episcopal dele resume bem o jeito como conduz o ministério:

“Testemunhar e servir.”

Quem convive com Dom Mário costuma destacar justamente isso. Linguagem simples. Presença nas comunidades. Proximidade com os pobres.

Na primeira homilia como arcebispo de Aparecida, falou sobre fé, esperança e caridade. Pediu uma Igreja próxima dos mais vulneráveis e afirmou que a fé precisa aparecer em gestos concretos.

Agora, o homem que cresceu rezando para Nossa Senhora Aparecida passa a conduzir a Arquidiocese do maior santuário mariano do mundo.

Rezemos por D. Mário e sua missão.

Equipe RCNEWS.

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