Por Marcelo Rodrigues
Em entrevista exclusiva à Jovem Pan News, o governador de Minas Gerais, rebateu as acusações de que teria atuado para enfraquecer politicamente o senador . Durante a conversa, Zema recordou que apoiou a reeleição do ex-presidente em 2022 e afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante de determinadas situações políticas.
“Não ficarei calado para quem é envolvido com bandido banqueiro”, declarou o governador ao responder às críticas.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de abrir mão de sua pré-candidatura à Presidência da República para compor como vice em uma eventual chapa liderada por ou por Flávio Bolsonaro, Zema descartou a hipótese. Segundo ele, sua intenção é manter a candidatura até o fim do processo eleitoral.
O governador comparou o atual momento político à eleição de 2018, quando venceu a disputa pelo governo de Minas Gerais mesmo sem figurar entre os favoritos no início da campanha. Zema também destacou sua experiência na iniciativa privada e na administração pública, afirmando que esse histórico representa um diferencial em relação a outros possíveis candidatos.
Sobre a polarização política no Brasil, Romeu Zema afirmou que o modelo de gestão adotado em Minas Gerais pode servir de referência para o país. De acordo com o governador, o enfraquecimento dos extremos e a ausência do PT na disputa pelo governo mineiro demonstram que é possível construir uma política baseada em competência administrativa, ética e resultados econômicos.
A entrevista foi concedida à Jovem Pan News e integra a cobertura da emissora sobre o cenário político e as articulações para as eleições de 2026.


